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A Onça e o Curumim

Diúna é um curumim que vive o tempo todo pensando, pensando...um dia ele sai em busca dos segredo da onça pintada que vive no meio da floresta amzônica.

O curumim gostava de contemplar os bichos de pena, os bichos de pelos, os rios e tudo que fosse da natureza. Os outros curumins gostavam de brincar, pescar e lutar uca-uca, mas o nosso curumim queria mesmo era entender por que os índios grandes precisavam caçar onça.

O curumim não queria caçar onça, matar onça, ele só queria ser amigo delas, queria entender os segredos das onças e dos seres vivos. Um dia, depois de muito pensar e matutar, o curumim resolveu procurar o seu avô, o pajé da aldeia para perguntar-lhe como ele, um pequeno curumim, teria que fazer para ser amigo de todas onças, ser respeitado e não temer as onças e todos os seres vivos da floresta. Foi assim, que o nosso curumim decidiu um dia partir sozinho para a grande mata e descobrir os segredos das onças que viviam na floresta.

A Onça e o Curumim é uma estória que comunica em suas entrelinhas sobre o amor e o carinho, sobre o respeito e a aceitação do outro, sobre a existência das diversas singularidades como potência de encontro, potência de vida. Os cenários e personagem criados detalhadamente para o teatro de Papel dão ao espetáculo um tom de encantamento e magia numa grande aventura entre um indiozinho, uma onça e a natureza.

Ficha Técnica

Criação e atuação:
Valdo Matos

Cenografia e Figurinos:
Equipe No Mundo da Lua

Trilha sonora:
Rudah Silva e Valdo Matos

Cenários e Adereços:
Equipe No Mundo da Lua

Coordenação de produção:
Valdo Matos e Renata Mucci

Realização:
No Mundo da Lua